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domingo, 23 de abril de 2017

PAZ

https://youtu.be/cIQQm-ZAUOQ

Santa Maria Lutani

quarta-feira, 19 de abril de 2017

.“JE NE SAIS QUOI”



Ponho a pensar sempre o que foi o “je ne sais quoi” para entender um pouco de mim. Quiçá se soubesse o porquê daquilo, o fardo que carrego se tornaria mais leve. Alguns dizem que sofri uma depressão, outros concluíram que tive um tremendo choque cultural, outros dizem que tive um “baita”  pitty, outros acham que é bipolarismo mesmo, outros acham que foi uma crise de pânico outros bla, bla, bla...
Digo: creio com reservas, nos dois primeiros pareceres.
Primeiro foram tempos e tempos de inanição. Não pensa que passei por ela por falta, ela foi imposta a mim e tive de cumpri-la para não ficar pior. Com a inanição veio o “je ne sais quoi”, a tristeza, o cansaço, a falta de vontade de tomar algumas atitudes. Seria isso depressão?
Segundo: esse foi terrível. Talvez tivesse mesmo um imenso choque cultural.
Vale dizer que esse choque não foi em decorrência da travessia da lagoa atlântica. Esse habitat é perecido com o outro. Mesma arquitectura do Marques de Bombal, mesmas ladeirinhas, mesmas ruas estreitas, mesmos cafe(zinhos) e até mesmos alguns arranha-céus; iguais os moradores de Vila Isabel onde cumprimos nossa vida laboral. Bairro considerado boémio, mas nele está o maracanã, a UERJ, a mangueira, os belos cafés e suas calçadas pautadas com música de Noel Rosa...
Amanhã falarei do “choque cultural” e “otras cositas mas”, se houver tempo.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

agora...

Gráfico dos países mais populares entre os visitantes do blogue

Obrigada por sua visita a minha página.
Gostaria de ser poeta para deliciar vossa leitura. 
Mas infelizmente não sei escrever e ainda há grande dificuldade 
em postar alguma coisa nesse blogue. 
Venham visitas de onde vier eu amo vocês. Mas,
aquele blogger(zinho) dos treze foi de lascar.
BJ

PAVÃO

“Pavão misterioso
Pássaro formoso
Tudo é mistério nesse seu voar”...

É realmente verdade; pavão de
uma jactancia sem fim e sem limites.
Já ouviste falar daquele escritor, filósofo,
professor de renome que foi fazer seu pós doutorado lá na França?
Pois defendeu sua tese com vários orientadores franceses que deram
seu aval como um bom trabalho e foi aprovada verdadeiramente.
No entanto saiu da apresentação de sua tese, preso e extraditado.
Era sim além de pessoa de alta cultura; militante político.
A “sua” tese foi de grande relevância para o mundo.
Mas, seu nome não estava lá.
Tema inédito para os anos setenta e oitenta quando nós corríamos
para mudar o mundo e na nossa juvenilidade inocente acreditávamos
em um mundo sem fronteiras. Cidadão do planeta terra, iguais
sem passaportes cheios de preconceitos.
Os alemães defendiam esse parecer com garra, com veemência.
Mas, a UNE se acabou, vieram os piolhentos e os lutadores
dos belos ideais entregaram-se sem resistência.
Mas, seu nome não estava lá.
Os piolhentos não possuíam ideais; tinham sim uma meta: dinheiro.
Se estás pensando que isso é passado estás enganado.
Pega a fala da pessoa na íntegra e corre a apresentá-la; 
assim meio que uma cara de riso de deboche.
Se for bem aceito toma-a para si.
Se não simplesmente diz: não sei de quem é isso.
Simples assim.
Mas, seu nome não estava lá.

“Muita coisa ainda quero olhar”

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Que trazes pra mim?


Festejem mas, 
não esqueçam o significado.