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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

abobrinhas

Receita de Bolo Húmido de Abóbora e Nozes
Ingredientes:
  • 100g de miolo de noz
  • 215g + 1 colher de sopa de farinha de trigo sem fermento
  • 1/2 colher de chá de fermento em pó
  • 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 1/2 colher de chá de noz moscada
  • 1/4 colher de chá de sal fino
  • 200g de açúcar branco
  • 120g de manteiga magra
  • 2 ovos
  • 240 ml de puré de abóbora em lata (o caseiro é demasiado líquido!)
  • 125 ml de leite magro
  • Açúcar em pó q.b. (opcional)
  • Miolo de noz q.b. (opcional)
Preparação:
  1. Untar uma forma redonda, forrar com papel vegetal, e untar e enfarinhar o papel.
    Pré-aquecer o forno a 180°.
  2. Com uma faca ou numa trituradora, picar o miolo de noz em pedaços médios-pequenos (conforme a preferência).
    Envolver os pedaços na colher de sopa de farinha, para ficarem mais soltos, e reservar.
  3. Numa taça grande, misturar os 215g de farinha, o fermento, o bicarbonato, a canela, a noz moscada e o sal, e reservar.
  4. Numa outra taça, bater bem o açúcar com a manteiga derretida no microondas, até obter uma mistura cremosa.
    Sequencialmente, acrescentar os ovos, o puré de abóbora e o leite, mexendo bem entre cada adição.
  5. Juntar a mistura de farinha à líquida e mexer na velocidade baixa da batedeira até tudo ficar bem homogeneizado.
    Finalmente, com uma colher de pau, envolver suavemente as nozes na massa.
  6. Verter a massa na forma, agitar para nivelar, e levar ao forno durante 45 minutos ou até que um palito inserido no centro da forma saia seco.
  7. Opcionalmente, cobrir com açúcar em pó e decorar com pedaços de noz antes de servir


domingo, 22 de janeiro de 2017

Olá!

... a hora do conto.

Postado no palanque enfrentava a multidão cega a tudo e a todos, só viam em suas frentes aquilo que achavam ser o poder, o saber. Ele fiava-se em seu conhecimento adquirido ao longo de uma vida cheia de hipocrisia e falsidade. E aquela aberração que muitas vezes a sábia natureza nos impõe para provar como pode ser degradante, ignóbil e vil o ser vivente; com sua extravagância de conceitos a se achar capacitado para aprovar ou desaprovar quem quer que seja, mesmo sem saber de onde vem ou para onde vai.

Na ante sala da escrita estavam pobres cães em desejo de alcançar o infinito da vida. Choramingavam e gravavam os sonhos lúbricos que serviam de remendos sobre as injúrias recebidas de todos os seres, de todos os lados. E ele se acha o benfadado literato que diabolicamente lança suas injurias e injustiças esquecendo que há um olho que tudo vê, ou seja, Deus nosso Senhor Jesus Cristo.   A partir de suas injúrias ele tem a reacção dos cães da ante sala que lhe dará feedback para realizar seu desejo do impossível; criar esboços para suas vulgaridades virtuais e auditivas. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

rubi reguzzi 19 de Janeiro de 2015


Chuva que cai de olhos negros formando um rio de águas cristalinas vindas da dor. Olhos que choram pelo padecer de um coração que leva ao enfraquecer de um corpo. Olhos negros que com espanto vê a destruição de bela natureza, vê a putrefacção correndo em valas negras, vê seres perversos cometendo barbáries em nome de Deus, da fé, do ser bom.
Olhos negros que em noite escura se transforma em círios do mais puro brilho e dissolve toda a maledicência, transforma todas as dores, todas as lágrimas, todos sofrimentos em suaves e perfumadas gotas de rossio
rubi


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Olá

Fig/fonte:facebook

domingo, 8 de janeiro de 2017

Olá!